segunda-feira, maio 07, 2018

Acusados de agredir homem em frente ao Instituto Lula irão a júri popular



A Justiça de São Paulo decidiu mandar a júri popular os três homens acusados de agredir o empresário Carlos Alberto Bettoni na frente do Instituto Lula, na Zona Sul da capital paulista, no dia 5 de abril.

A vítima, de 56 anos, foi agredida por três apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia em que foi expedido o mandado de prisão contra o líder petista.

A polícia tinha indiciado por lesão corporal dolosa grave: Manoel Eduardo Marinho, ex-vereador de Diadema pelo PT; o filho dele, Leandro Eduardo Marinho; e o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Paulo Cayres. Mas o Ministério Público entendeu que houve tentativa de homicídio com dolo eventual (que é quando essa pessoa não quer o resultado, mas assume o risco de produzi-lo).

A Justiça concordou com os promotores e já determinou que o processo seja enviado a uma vara do júri.

O empresário foi empurrado, bateu a cabeça em um veículo que passava pela rua e desmaiou. Ao recobrar consciência, foi levado a pé ao Hospital São Camilo, que fica na mesma via. Ele sofreu traumatismo craniano, precisou ser operado e ficou 22 dias internado. O empresário teve alta e deixou o Hospital São Camilo, no Ipiranga, Zona Sul, no dia 27 de abril.




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