quinta-feira, fevereiro 01, 2018

Prefeito de Sobral, Ivo Gomes, vetou projeto proibindo o ensino da ideologia de gênero nas escolas públicas e privadas do município

 O prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT), vetou, na última sexta-feira (26), o projeto do vereador Adauto Arruda (MDB) que “proibia o ensino de “ideologia de gênero” nas escolas públicas e privadas do município”, nas palavras do parlamentar.

Essa atitude de Ivo é contra a família, contra a sociedade, contra a população como um todo”, afirmou o vereador Adauto Arruda, autor do projeto.

É um absurdo. O bispo já autorizou que os padres falem sobre o tema nas Igrejas, para a gente derrubar esse veto. Também soube que o pessoal das igrejas evangélicas também vai fazer isso. Essa atitude de Ivo é contra a família, contra a sociedade, contra a população como um todo”, disse o vereador.

Ainda segundo Adauto, “as Igrejas Católicas e as evangélicas estão preparando um grande evento contra o veto. Ele vai voltar para a Câmara. Com o apoio popular, acredito que vamos emplacá-lo, com ou sem a vontade de Ivo”. Com o veto, o projeto foi devolvido à Câmara Municipal de Sobral para ser novamente analisado.
Perguntas…

Como se posicionará os Vereadores que tem ligações mais direta com as igrejas Católica e Evangélica?… 

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Vasconcelos(PDT), que tem ligações diretas com a Renovação Carismática, Cleiton(PSL) e Camilo Motos, que são evangélicos, ficarão de que lado? Nessa lista ainda tem a Vereadora Alessandra Ponte e José Crisóstomo, que também participam dos grupos ligados a igreja católica. Ressaltar que os votos por “ausência e ou abstenção” favorecem diretamente o veto do prefeito Ivo Gomes.

O prefeito IVO GOMES mais uma vez, coloca seus aliados numa “cova de leões”. 

IDEOLOGIA DE GÊNERO.
 Conceito

Teóricos da “ideologia de gênero” afirmam que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade, isto é, seu gênero, ao longo da vida. “Homem” e “mulher”, portanto, seriam apenas papéis sociais flexíveis, que cada um representaria como e quando quisesse, independentemente do que a biologia determine como tendências masculinas e femininas.

Diferentemente do feminismo clássico, os militantes dessa linha não querem apenas direitos e oportunidades iguais para homens e mulheres. Para alguns de seus expoentes, a própria divisão do mundo entre homens e mulheres é um mal a ser combatido. Assim diz Shulamith Firestone, em seu livro The Dialectic of Sex (A dialética do sexo), de 1970: “A meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente – ao contrário do primeiro movimento feminista – não apenas acabar com o privilégio masculino, mas também com a própria diferença de sexos. As diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente.”
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(Via Sobral 24 horas)



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