sexta-feira, setembro 01, 2017

Janot, o deusofóbico

 Nem Deus, nem deuses. As escolas não precisam de aulas sobre valores espirituais, segundo o pensamento do procurador geral, Rodrigo Janot, que assim se manifestou no julgamento sobre o ensino religioso:
A escola pública não é lugar para o ensino confessional e também para o interconfessional ou ecumênico, pois este, ainda que não voltado à promoção de uma confissão específica, tem por propósito incucar nos alunos princípios de valores religiosos partilhados pela maioria, com prejuízo de visões ateístas, agnósticas ou de religiões com menor poder na esfera sócio-política.
Outro da mesma seita do campo deusofóbico é o ministro Luis Roberto Barroso, relator e ardoroso defensor da retirada do ensino.  Confrontado com a Constituição – “o ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental” – o ministro, que deve se esguiar pelo escopo constitucional, se sai com esta:
Os jovens hoje se sentem intimidados a recusar a frequência às aulas por temor de se diferenciar dos colegas.”
O ministro não pode sequer alegar que o dispositivo constitucional não foi regulamentado. Foi, sim senhor. Tanto que está previsto em vários dispositivos da LDB –  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

O assunto está sub judice por iniciativa da subprocuradora da Rebública, Débora Duprat, que entrou com uma ADI no STF, em 2010. Isto é, embora claramente previsto na Constituição, a PGR argui inconstitucionalidade. Apesar de o constituinte registrar a expressão “ensino religioso”, ela quer que seja transformado em ensino das religiões. Pode ser dado por ateu, né?

O julgamento será retomado na segunda, com o placar atual de 3 a 2 a favor da retirada do ensino. Os guardiães da Constituição, feita sob a proteção de Deus, que a Carta pode ser laica, mas jamais agnóstica, muito menos ateia.


Donos da JBS entregam contas de Lula e Dilma
 
A colunista Mônica Bergamo, Folha de São Paulo, os donos da JBS vão entregar (ou já entregaram) ao Ministério Público Federal, comprovantes de depósitos feitos em contas de Lula e Dilma no exterior.

As contas foram abertas por Joesley Batista, através de uma offshore.
Caso seja comprovado, a ladainha de “presidenta honesta” papoca de vez. O Brahma não escolheu Dilma à toa.


Via inconteste

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