terça-feira, dezembro 29, 2015

ASSSASSINATO DO MODELO EM FORTALEZA. UM CASO DE GRANDE REPERCUÇÃO E RÁPIDA SOLUÇÃO

Agente penitenciário diz que foi agredido por modelo antes de assassiná-lo na saída de uma festa rave

                              A arma do crime já está apreendida na DHPP

"Fui agredido. Levei um soco e a adrenalina subiu”. Estas foram as palavras que o agente penitenciário  Renilson Garcia Araújo Lima, 27 anos, pronunciou ao confessar na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoas (DHPP), ter assassinado o modelo, promotor de eventos e esportista  Jhonny Moura de Melo, 22.  O crime ocorreu durante uma festa rave, na madrugada de domingo último, em Fortaleza.
 
O agente penitenciário, que foi detido na madrugada de hoje em sua residência, no bairro Antônio Bezerra (zona Oeste de Fortaleza), contou que cometeu o crime  após se envolver em uma briga com o modelo no interior do buffet “La Maison”, no bairro Dunas (zona Leste da Capital).  A Polícia, no entanto, acredita em um crime premeditado, já que o assassino atacou a vítima do lado de fora da casa de eventos, no momento em que o modelo estava no carro da namorada e ia embora dali. 

A Polícia apreendeu na casa do agente prisional uma pistola de calibre Ponto 40 que teria sido utilizada no assassinato. A arma e a munição encontrada nela está na DHPP mas será encaminhada, nas próximas horas, à  Perícia Forense do Ceará (Pefoce), onde vê passar  por  análises de balística na Coordenadoria de Criminalística (CC).

Já o agente, que tem 27 anos de idade, que  cumpria estágio probatório e era lotado no Presídio do Carrapicho, em Caucaia, foi autuado em flagrante delito, mas a Polícia deverá requisitar da Justiça a decretação de sua prisão preventiva.  Ainda não está fechada a questão de que apenas o agente participou do assassinato. Pelo menos, mais um suspeito está sendo investigado.

Outro suspeito

Quem recebeu o soco no rosto não foi quem atirou na vítima”, disse a delegada Socorro Portela, diretora da DHPP e responsável pelas investigações.  Diante disso, abre-se a hipótese de que o agente pode ter sido “convidado” por alguém para matar o modelo após a rbiga no buffet, que só acabou com a intervenção dos seguranças.

Além da pistola e da munição, a equipe da DHPP apreendeu documentos do suspeito, entre eles, sua carteira funcional como agente penitenciário da Secretaria da Justiça e da Cidadania (Sejus). 

Fonte: Blog do jornalista Fernando Ribeiro 




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