segunda-feira, maio 18, 2015

Lula, o vendedor de ilusões

Com o título “As armadilhas do Lulopetismo”, eis artigo do deputado estadual João Jaime (DEM). Ele aborda a perspectiva de Lula voltar a disputar a presidência da República em 2018. Confira:

Nesta semana, a imprensa nacional, em especial, os jornais Folha de São Paulo e O Globo, nos trazem notícias sobre a movimentação do ex-presidente Lula rumo às eleições de 2018. Mimetiza e articula a política suja do nosso país, na pretensão de voltar ao Palácio do Planalto.

Nessa perspectiva, montou uma equipe de notáveis petistas alegando precisar formalizar novas propostas. Metamorfósico que o é, já procura uma forma de se diferenciar de Dilma Rousseff, já que ela, por sua vez, tem seu fracasso deflagrado.

A cara de pau é tão grande que, agora, Lula – o “Macunaíma”, tenta passar a imagem de que não concorda com o que a “Mãe do PAC” está fazendo. Tenta descolar sua imagem de uma das falsas esperanças criadas por ele: Dilma,  a “Gerentona”.

Pois bem, um novo embuste paira sobre a população brasileira com “novos” projetos e sonhos falsos que ele tenta lançar, criando um novo factoide na expectativa de que possa iludir de esperanças nossa Nação e essa concedê-lo um novo mandato.

A bem da verdade, esse governante nunca foi Pai; fez-se o quanto pôde. Cinismo é seu sobrenome. Enganou nosso Estado quanto ao projeto da nossa Refinaria, a Transnordestina, Transposição e o Pré-sal que chegou a ser vendido como o remédio de todos os males. Jaz!

Embalado pela autossuficiência energética e de refino de petróleo vendeu um Brasil de estaleiros modernos e Indústria de ponta; No entanto, agora que chegou a conta, constatamos que tudo foi de caso pensado, para manter um partido e um pequeno grupo no poder. Mesmo que, para isso, não importasse a falência dos fundos de pensão dos trabalhadores, ou a quase destruição da Petrobras, o sucateamento do setor elétrico e o aumento descontrolado da inflação.

A falta de credibilidade na turma do Mensalão, Petrolão e outros escândalos mais que estão por vir, acabara por afastar os investidores estrangeiros.

Vale citar a precisão da frase de Charles de Gaulle nesta nova peripécia metamorfósica: “O Brasil não é um país sério”.

A frase soa como um tapa com luva de película, uma vez que o grande ilusionista Lula, depois de disseminar a fórmula de enganar e vender o que nem ele acredita, cogita voltar à Presidência.

Ele se esquece que, agora, as pessoas despertaram sua ira, foram às ruas manifestar os apertos do desemprego e da inflação a que foram submetidas. Ele se esquece que, agora, os “notáveis picaretas” terão um desafio maior: convencer os brasileiros a subirem novamente no navio da enganação e da desonestidade, com atenuante do naufrágio.

* João Jaime,

Deputado estadual do DEM. 
Jjgma@me.com



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