domingo, março 31, 2013

QUE PAÍS É ESTE? CHAFURDEMOS TODOS



O repórter Felipe Recondo mergulhou nas contas do CNJ. Descobriu que nesse órgão, criado para fiscalizar o Judiciário, os beneficiários de privilégios não perdem por esperar. Ganham. Em nota veiculada em sua coluna, Elio Gaspari recordou que, dias atrás, o presidente do CNJ, Joaquim Barbosa, mandara Recondo ao lixo. Por sorte, foi atendido. Aqui, pode-se ler a íntegra da coluna de Gaspari. Abaixo, vai reproduzido o pedaço que trata do CNJ:

- Chafurdando na notícia, o repórter Felipe Recondo descobriu que em 2012 aconteceram as seguintes gracinhas no Conselho Nacional de Justiça:

- Em 2012, o CNJ gastou mais de R$ 1 milhão com mudanças de servidores e juízes.

- A conta da Bolsa Moradia pulou de R$ 355 mil em 2008 para R$ 900 mil no ano passado.

- No mesmo período, as despesas com diárias de viagens quintuplicaram, chegando a R$ 5,2 milhões. As despesas com passagens (R$ 2,3 milhões) duplicaram.

Noves fora o fato de três ex-conselheiros se servirem de carros oficiais. (Na Corte Suprema dos Estados Unidos, só quem tem essa mordomia é o presidente da Corte, no exercício do cargo.)

Há poucas semanas o ministro Joaquim Barbosa, que assumiu o CNJ em novembro passado e portanto nada teve a ver com isso, mandou Recondo “chafurdar no lixo, como você faz sempre”. Depois, desculpou-se, por intermédio de sua assessoria.

Cantora Joelma compara homossexuais a drogados




Não satisfeita em causar polêmica uma vez, a cantora Joelma, 38, vocalista da banda Calypso, voltou a afirmar ser contra o casamento entre homossexuais.
Em entrevista à revista "Época", a cantora, que é evangélica desde que sofreu uma estafa, comparou os gays aos dependentes químicos.

"Já vi muitos se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar", disse ela, afirmando que, caso tenha um filho homossexual, irá "lutar até a morte" para convertê-lo.

Por conta da sua religião, Joelma foi questionada sobre seus vestuários curtos e sensuais e sobre suas performances ousadas no palco. "Uso aquelas roupas curtas e rebolo, mas, quando falo de Deus, todo mundo entende", respondeu ela.

Em agosto de 2012, a vocalista apareceu em um vídeo gravado por um fã homossexual, em que ela o aconselhava a deixar de ser gay. "Você vai se converter, vai virar homem, vai casar, ter filhos. Você vai dar muita alegria para o seu pai, sua mãe", disse ela, na época.

Leia mais:

Eu avisei:começou corte de domésticas


Este blog avisou: vai ter lágrima e ranger de dentes nesse negócio de dar a domésticas aquilo que elas verdadeiramente merecem. Merecem, só não merecem, os patrões que não podem pagar o que de fato merecem. Entendeu? Começou a dispensa. Quem recebia diarista três vezes por semana está cortando um dia. Quem tinha doméstica fixa, tá demitindo. Quem arrumou isso aí, deu dois tiros nos pés; das domésticas e dos patrões duros ou mão-de-vaca.

Gasto maior com doméstica faz patrão planejar demissão

Francisco de Paula Arantes, 75 anos, pensa em demitir uma das duas cuidadoras de sua mãe, Nadir de Souza, que tem 98 anos, não enxerga nem anda sozinha; Helena Silva, 52, é uma das ajudantes da idosa
Os novos direitos dos empregados domésticos, que deverão ser promulgados na terça, estão levando patrões a planejar demissões. Eles alegam falta de dinheiro para arcar com novos custos.

Com 98 anos, a mãe do aposentado Francisco de Paula Arantes, 75 anos, é cuidada por duas funcionárias. Pelo trabalho, cada uma recebe R$ 1.250. Com as novas regras, Arantes afirmou que terá que demitir uma delas. "Vai ficar muito caro manter as duas funcionárias", diz.

(Blog do Macário)

Descaso na saúde publica. HOSPITAL DE NOVA RUSSAS ESTÁ ENTREGUE AS BARATAS...




Está no blog do Jesus

De ouvir falar, já por diversas vezes comentei que o Hospital José Gonçalves Rosa estava em situação difícil, mas neste sábado precisei dos serviços do Hospital, e constatei na pele que a população de Nova Russas não tem saúde. Um direito constitucional e dever da iniciativa publica, a saúde deve ser priorizada nas administrações pois envolve o emocional das pessoas.

O Hospital José Gonçalves Rosa está jogado as traças, não tem nada. Médicos, enfermeiros técnicos de enfermagem e demais funcionários trabalham em ambiente insipido e sem nenhuma condição de uso coletivo. Não tem remédio para aliviar gases, como Luftal, tem que ser comprado nas farmácias. Não tem um simples aparelho para medir glicemia, RAIO X, enfim, fiquei perplexo com o desleixo do prefeito com o equipamento hospitalar. Falta gestão...

Meu pai nesta madrugada de sábado se queixou de dores fortes no tórax, e eu me encontrava em Fortaleza por volta de 23h da sexta, quando soube e tive iniciativa de ir as pressas à Nova Russas, chegando a casa dos meus pais no Distrito de Irapuá identifiquei que o caso era sério, levei de pronto para o Hospital José Gonçalves Rosa, para ter um atendimento prévio e ganhar condições de viagem, pois meu propósito era trazer para Fortaleza. Ao chegar no Hospital publico de Nova Russas, fomos atendidos pelo médico de plantão Dr Vicente Mourão, que sentado a sala de repouso dos médicos medicou meu pai, e a medida que ele prescrevia, a auxiliar de enfermagem presente interrompia ele dizendo que não tinha o medicamento, logo o médico lhe perguntou enfaticamente o que tinha, pois já tinha prescrito algumas medicações e no hospital irresponsavelmente não tinha. O fato é que o povo de Nova Russas está sem opções, e corre sérios riscos de morte que precisar do aparelho hospitalar público em questão.

Meu pai se encontra em Fortaleza, com os devidos cuidados e providências, e não estava com gases, como havia diagnosticado o médico de Nova Russas, tinha sim uma infecção pulmonar grave e estava infartando. Questiono aqui o prefeito municipal que não dá a menor condição de trabalho e aparelhamento pro médico diagnosticar e diferenciar um infarto de  gazes, pois a unidade de Nova Russas não tem remédios hoje para tratar uma gripe, mais tem para fazer caixa e carnaval. Minha revolta com a situação da minha terra certamente irá transpor essas linhas, e irei eu mesmo acionar tudo o que possível para que outras pessoas não passem mais pelo que passei. O Promotor de Justiça de Nova Russas irá tomar ciência do fato, ao mesmo tempo que irei provocar a Procuradoria estadual, através do Dr Ricardo Machado e do Ministério Publico Federal, pois o município recebe recursos da União para tratar com zelo os pacientes que precisam do Hospital José Gonçalves Rosa em Nova Russas.

Quantos vão ter que morrer no Hospital José Gonçalves Rosa para o prefeito parar de fazer caixa e carnaval com o dinheiro do povo, ao invés de priorizar o atendimento de saúde para o povo de Nova Russas???

QUERIA CONVIDAR AOS VEREADORES DO MUNICÍPIO DE NOVA RUSSAS QUE AO TERMINAR A SESSÃO DESTA SEGUNDA, 01, QUE FAÇAM UMA VISITA AO HOSPITAL JOSE GONÇALVES ROSA EM NOVA RUSSAS...

CUIDEM DESSE POVO!!!

sábado, março 30, 2013

O PODER DE UM IMPÉRIO DE COMUNICAÇÃO UTILIZADO PARA FINS PRÓPRIOS. AZENHA ANUNCIA LIVRO SOBRE ENGAJAMENTO POLÍTICO DA GLOBO




Leia atentamente

Ex-correspondente da emissora em Nova York, Luiz Carlos Azenha afirma que a emissora dos Marinho tentou eleger o tucano Geraldo Alckmin, contra Lula, em 2006; ele comenta ainda o processo em que foi condenado a pagar R$ 30 mil a Ali Kamel. "Perdi. Ali Kamel e a Globo venceram. Calaram, pelo bolso, o Viomundo", afirma


Por Luiz Carlos Azenha, do Viomundo

Meu advogado, Cesar Kloury, me proíbe de discutir especificidades sobre a sentença da Justiça carioca que me condenou a pagar 30 mil reais ao diretor de Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, supostamente por mover contra ele uma “campanha difamatória” em 28 posts do Viomundo, todos ligados a críticas políticas que fiz a Kamel em circunstâncias diretamente relacionadas à campanha presidencial de 2006, quando eu era repórter da Globo.

Lembro: eu não era um qualquer, na Globo, então. Era recém-chegado de ser correspondente da emissora em Nova York. Fui o repórter destacado para cobrir o candidato tucano Geraldo Alckmin durante a campanha de 2006. Ouvi, na redação de São Paulo, diretamente do então editor de economia do Jornal Nacional, Marco Aurélio Mello, que tinha sido determinado desde o Rio que as reportagens de economia deveriam ser “esquecidas”– tirar o pé, foi a frase — porque supostamente poderiam beneficiar a reeleição de Lula.

Vi colegas, como Mariana Kotscho e Cecília Negrão, reclamando que a cobertura da emissora nas eleições presidenciais não era imparcial.

Um importante repórter da emissora ligava para o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, dizendo que a Globo pretendia entregar a eleição para o tucano Geraldo Alckmin. Ouvi o telefonema. Mais tarde, instado pelo próprio ministro, confirmei o que era também minha impressão.

Pessoalmente, tive uma reportagem potencialmente danosa para o então candidato a governador de São Paulo, José Serra, censurada. A reportagem dava conta de que Serra, enquanto ministro, tinha autorizado a maior parte das doações irregulares de ambulâncias a prefeituras.

Quando uma produtora localizou no interior de Minas Gerais o ex-assessor do ministro da Saúde Serra, Platão Fischer-Puller, que poderia esclarecer aspectos obscuros sobre a gestão do ministro no governo FHC, ela foi desencorajada a perseguí-lo, enquanto todos os recursos da emissora foram destinados a denunciar o contador do PT Delúbio Soares e o ex-ministro da Saúde Humberto Costa, este posteriormente absolvido de todas as acusações.

Tive reportagem sobre Carlinhos Cachoeira — muito mais tarde revelado como fonte da revista Veja para escândalos do governo Lula — ‘deslocada’ de telejornal mais nobre da emissora para o Bom Dia Brasil, como pode atestar o então editor Marco Aurélio Mello.

Num episódio específico, fui perseguido na redação por um feitor munido de um rádio de comunicação com o qual falava diretamente com o Rio de Janeiro: tratava-se de obter minha assinatura para um abaixo-assinado em apoio a Ali Kamel sobre a cobertura das eleições de 2006.

Considero que isso caracteriza assédio moral, já que o beneficiado pelo abaixo-assinado era chefe e poderia promover ou prejudicar subordinados de acordo com a adesão.

Argumentei, então, que o comentarista de política da Globo, Arnaldo Jabor, havia dito em plena campanha eleitoral que Lula era comparável ao ditador da Coréia do Norte, Kim Il-Sung, e que não acreditava ser essa postura compatível com a suposta imparcialidade da emissora. Resposta do editor, que hoje ocupa importante cargo na hierarquia da Globo: Jabor era o “palhaço” da casa, não deveria ser levado a sério.

No dia do primeiro turno das eleições, alertado por colega, ouvi uma gravação entre o delegado da Polícia Federal Edmilson Bruno e um grupo de jornalistas, na qual eles combinavam como deveria ser feito o vazamento das fotos do dinheiro que teria sido usado pelo PT para comprar um dossiê contra o candidato Serra.

Achei o assunto relevante e reproduzi uma transcrição — confesso, defeituosa pela pressa – no Viomundo.

Fui advertido por telefone pelo atual chefão da Globo, Carlos Henrique Schroeder, de que não deveria ter revelado em meu blog pessoal, hospedado na Globo.com, informações levantadas durante meu trabalho como repórter da emissora.

Contestei: a gravação, em minha opinião, era jornalisticamente relevante para o entendimento de todo o contexto do vazamento, que se deu exatamente na véspera do primeiro turno.

Enojado com o que havia testemunhado ao longo de 2006, inclusive com a represália exercida contra colegas — dentre os quais Rodrigo Vianna, Marco Aurélio Mello e Carlos Dornelles — e interessado especialmente em conhecer o mundo da blogosfera — pedi antecipadamente a rescisão de meu contrato com a emissora, na qual ganhava salário de alto executivo, com mais de um ano de antecedência, assumindo o compromisso de não trabalhar para outra emissora antes do vencimento do contrato pelo qual já não recebia salário.

Ou seja, fiz isso apesar dos grandes danos para minha carreira profissional e meu sustento pessoal.

Apesar das mentiras, ilações e tentativas de assassinato de caráter, perpretradas pelo jornal O Globo* e colunistas associados de Veja, friso: sempre vivi de meu salário. Este site sempre foi mantido graças a meu próprio salário de jornalista-trabalhador.

O objetivo do Viomundo sempre foi o de defender o interesse público e os movimentos sociais, sub-representados na mídia corporativa. Declaramos oficialmente: não recebemos patrocínio de governos ou empresas públicas ou estatais, ao contrário da Folha, de O Globo ou do Estadão. Nem do governo federal, nem de governos estaduais ou municipais.

Porém, para tudo existe um limite. A ação que me foi movida pela TV Globo (nominalmente por Ali Kamel) me custou R$ 30 mil reais em honorários advocatícios.

Fora o que eventualmente terei de gastar para derrotá-la. Agora, pensem comigo: qual é o limite das Organizações Globo para gastar com advogados?

O objetivo da emissora, ainda que por vias tortas, é claro: intimidar e calar aqueles que são capazes de desvendar o que se passa nos bastidores dela, justamente por terem fontes e conhecimento das engrenagens globais.

Sou arrimo de família: sustento mãe, irmão, ajudo irmã, filhas e mantenho este site graças a dinheiro de meu próprio bolso e da valiosa colaboração gratuita de milhares de leitores.

Cheguei ao extremo de meu limite financeiro, o que obviamente não é o caso das Organizações Globo, que concentram pelo menos 50% de todas as verbas publicitárias do Brasil, com o equivalente poder político, midiático e lobístico.

Durante a ditadura militar, implantada com o apoio das Organizações Globo, da Folha e do Estadão — entre outros que teriam se beneficiado do regime de força — houve uma forte tentativa de sufocar os meios alternativos de informação, dentre os quais destaco os jornais Movimento e Pasquim.

Hoje, através da judicialização de debate político, de um confronto que leva para a Justiça uma disputa entre desiguais, estamos fadados ao sufoco lento e gradual.

E, por mais que isso me doa profundamente no coração e na alma, devo admitir que perdemos. Não no campo político, mas no financeiro. Perdi. Ali Kamel e a Globo venceram. Calaram, pelo bolso, o Viomundo.

Estou certo de que meus queridíssimos leitores e apoiadores encontrarão alternativas à altura. O certo é que as Organizações Globo, uma das maiores empresas de jornalismo do mundo, nominalmente representadas aqui por Ali Kamel, mais uma vez impuseram seu monopólio informativo ao Brasil.

Eu os vejo por aí.

PS do Viomundo: Vem aí um livro escrito por mim com Rodrigo Vianna, Marco Aurelio Mello e outras testemunhas — identificadas ou não — narrando os bastidores da cobertura da eleição presidencial de 2006 na Globo, além de retratar tudo o que vocês testemunharam pessoalmente em 2010 e 2012.

PS do Viomundo 2: *Descreverei detalhadamente, em breve, como O Globo e associados tentaram praticar comigo o tradicional assassinato de caráter da mídia corporativa brasileira.

QUANDO ESSA FARRA VAI ACABAR?




O contribuinte tem acompanhado aparvalhado o festival que fazem com o dinheiro de seu imposto. Viagens com séquito, subvenções para parlamentares, estádio novo que ameaça cair, prédios para desalojados das chuvas que ameaçam desabar antes mesmo da inauguração. Enfim, o festival de desperdício não quer dizer que há um liberou geral no bolso do contribuinte.

O INSS desperdiça pelo menos 50 milhões por ano em pensões por morte. Em outras palavras os defuntos foram flagrados recebendo aposentadoria mesmo depois de mortos. 

Uma desfaçatez. Você já viu alguma múmia na fila da previdência? Graças a uma auditoria do Tribunal de Contas da União, eles foram identificados. E o Tribunal diz que só auditou um terço das sete milhões de pensões pagas atualmente pela previdência social.
Já pensou para onde vai subir essa conta quando todos forem auditados?

(DO BLOG DE HERÓDOTO BARBEIRO)

sexta-feira, março 29, 2013

Contribuição voluntária da santa casa de Sobral tem sido alvo de muita reclamação




Está causando indignação aos que precisam dos serviços da Santa Casa de Misericórdia de Sobral o novo aumento no valor da taxa de contribuição voluntária, que segundo informações de usuários, saltou de R$ 60,00 para R$ 80,00. Um aumento de cerca de 33%.

Os ‘contribuintes’ também reclamam de que, além do aumento despropositado e do valor excessivo, a consulta não dá direito ao retorno, obrigando o cidadão a pagar o valor novamente caso necessite de um novo atendimento.

(Sobral em revista)

quinta-feira, março 28, 2013

Verdades da guerra deflagrada contra Marcos Feliciano na câmara federal


Radialista Tércio Freitas

Nos últimos dias em que tenho acompanhado os noticiários políticos um tema tem sido destaque: A Permanência do Deputado Federal Pastor Marcos Feliciano na Presidência da Comissão de Direitos Humanos daquela casa.

Desde o enfoque de que o mesmo responde a processos no Supremo (sem mencionar princípios como a presunção de inocência) e de que ele seria “homofóbico”, racista à sua preferência por fazer alisamento no cabelo, tudo o que se pode imaginar tem sido usado como forma de pejora à imagem pessoal daquele parlamentar.   Não quero aqui sair na defesa do pastor Marcos Feliciano, até mesmo por crer que Aquele que o defenderá é muito mais poderoso do que qualquer um de nós, porém o que quero como cidadão e como evangélico que sou é chamar a atenção da sociedade para mais uma tentativa (mal sucedida até agora) de setores da mídia em manipular a opinião pública.

Que os evangélicos são contra a prática do homossexualismo isso não é segredo pra ninguém, porém, apesar de sermos contra a prática tão somente não discriminamos nem muito menos pedimos ao congresso leis que imponham nossas filosofias à sociedade, o que não é o caso da militância gay, que tem como principal nome o deputado de pouco mais de 13 mil, isso mesmo 13 mil votos que não elegem nem um vereador em São Paulo, Jean Wyllys. 

Cria das organizações Globo, o deputado gay ganhou projeção nacional ao participar de um programa de gosto duvidoso chamado Big Brother Brasil, onde durante alguns meses Jean Wyllys bebeu, dançou e ajudou a enriquecer o caixa da poderosa emissora sem em nenhum momento apresentar ao Brasil nenhum trabalho voltado às minorias, talvez por isso sua votação não tenha chegado a 13500 votos. Já Marcos Feliciano, chegou a Câmara Federal pelo voto de mais de 211000 (duzentos e onze mil) pessoas sem nunca ter seu nome mencionado em grandes veículos de comunicação, simplesmente por 211000 (duzentos e onze mil) pessoas que reconhecem o seu trabalho. É um tapa na cara da SATANISTA rede globo, um simples pastor dá uma lavada de votos em um de seus apadrinhados e tomar o lugar que o mesmo galgava de presidente da famigerada comissão.

Aí é o verdadeiro fato por trás das críticas a Feliciano.

Para quem se espantou com o termo SATANISTA veja os vídeos:


Que receita! R$ 327.159,54



RECEITA DO SAAE DE NOVA RUSSAS SÓ NOS DOIS PRIMEIROS MESES DO ANO
                   

 A verdadeira falta de recursos está realmente no bolso do contribuinte da taxa de água e esgoto do município de Nova Russas e na gaveta do caixa dos pequenos comerciantes, dos quais só constituem moeda. Essa analogia popular é apenas para repassar aos caros leitores e incentivar a utilização do Portal da Transparência do TCM/Ce. Pois o Sistema Autônomo de Água e Esgoto de Nova Russas (SAAE) obteve uma receita pública executada somente nos primeiros dois meses deste ano de 2013 a bagatela de 327.159,54 (trezentos e vinte e sete mil cento e cinqüenta e nove reais e cinqüenta e quatro centavos). Por que a superintendência desse órgão público não determina de fato políticas públicas voltadas ao coletivo, principalmente no que diz respeito a investimentos em políticas públicas de abastecimento e distribuição de água conforme traduz o Estatuto da Autarquia em epígrafe, Esperando apenas por Convênios Estaduais, quando na verdade existe receita do órgão para execução de obras pequenas, como por exemplo, poços profundos. O dinheiro público não é para fazer caixa, mas sim, investimento em políticas públicas, pois não se trata de lucro nem tão pouco de empresa particular.
                 O SAAE é também uma empresa pública e faz parte da administração direta do nosso município. Só para se ter uma idéia, uma diária paga ao Sr. Superintendente deste órgão público para se deslocar até a cidade do IPU é 150,00 (cento e cinqüenta reais) por viagem. Imaginem que se tenha que resolver vários problemas na cidade do IPU, quanto seria pago somente de diárias? Enquanto que a diária de um simples trabalhador como é o Pedreiro e o Servente de Obras custam respectivamente 30,00 e 60,00. Só uma viagem ao IPU com carro oficial público, combustível as custas do município dentre outras regalias custam aos cofres públicos pagos com o nosso dinheiro a quantia absurda de 150,00 para ir até o IPU e voltar. Imaginem se o Superintendente dessa autarquia fosse até o Tianguá, quanto nós não pagaríamos pelo seu deslocamento?
                    Poder público não falta dinheiro, tudo é balela, pois não é empresa comercial onde o empresário precisa se submeter a um custo na compra de um determinado produto para se obter lucro. O poder público, como o SAAE de Nova Russas é bancado com dinheiro público através do pagamento mensal das contas absurdas de água e esgoto que todos nós pagamos e ainda assim acham ruim quando se fala a verdade com referencia a fatos verdadeiros emitidos pela própria contabilidade do órgão e apresentadas pelo TCM / Ce para toda população.

Arrecadação do SAAE em dois meses de mais de 300.000,00 (trezentos mil reais) e diária para viagem a cidade do IPU de ida e volta custa 150,00.
Isso é uma vergonha!!

Mário Henrique
Contador


O CUMULO DA SUBSTIMAÇÃO DA CAPACIDADE HUMANA.



Caros leitores e demais membros da sociedade de Nova Russa, realmente me sinto cada vez mais convencido de que a falta de educação é a grande vilã das mazelas sociais existentes em todo o nosso país, inclusive Nova Russas. Mais uma vez repito. Sou Contador, graduado pela Universidade Federal do Ceará, porém em nenhum momento da minha vida estudantil comprei meu diploma. Ele foi conquistado com muita batalha e luta. Portanto, seria injusta minha pessoa para, comigo mesmo e, todo povo do meu querido município, de engolir como se engole uma espinha de peixe cru o meu modesto conhecimento no que diz respeito a contabilidade pública. Saibam caros leitores que o conhecimento tem que ser divulgado, senão, para que serve o mesmo? O que muitas vezes acontece é o aproveitamento de certos nichos sociais da nossa bela cidade, principalmente no que diz respeito a classe política, que se sobressaem maldosamente e anarquicamente da falta de educação do nosso povo. Estou e saio em defesa dessas pessoas desprovidas de leitura. Pois educação não é somente português e matemática não, mais conhecimento genérico do funcionamento das coisas. Por isso existe o burro sabido e o sabido burro. Não existe ninguém mais rico ou mais pobre do que o outro, existe sim o mais letrado e o menos letrado, como dizia meu querido e já falecido avô, Sr. Antenor Gomes da Silveira. A riqueza é conseqüência da ação tempestiva e eficentente para com a ignorância dos desprovidos dessa. E os nossos políticos se aproveitam do poder que lhes são conferidos constitucionalmente através do voto e da “ignorância” da grande maioria do nosso povo, com todo respeito, porém, sendo leal a minha própria consciência. Afirmo categoricamente que o maior medo da classe política do nosso país é justamente a educação do nosso povo, pois o povo sabido jamais será vencido pelo engano, corrupção e atitudes de malversação do dinheiro público.
                  Em nosso município, uma das grandes demonstrações da falta de escrúpulo e do desrespeito a sociedade de Nova Russas, tendo em vista a atitude de aproveitamento maldoso e covarde por parte do poder público municipal, mais especificamente o Poder Legislativo, tendo em vista a real necessidade de emprego em nosso município por parte de muitos jovens e pessoas inteligentes, mas que não são amparados por apadrinhamentos políticos; venho corroborar com o que mostra o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará (TCM/Ce) em seu portal oficial da transparência, mais especificamente na aba CÂMARA DE VEREADORES – link AGENTES PÚBLICOS – Letra A. Existe um contrato para cargo efetivo de uma determina servidora da Câmara de Vereadores do nosso município, esse contrato teve como data de posse o dia 01 de julho de 2009. Portanto caros leitores, se formos à mesma aba citada anteriormente e conectarmos a lista de servidores com a Letra A do ano de 2009, data da posse e do ato de nomeação mencionado no referido portal de utilidade pública, o nome da servidora que aparece nos registros contábeis da Câmara de Vereadores de Nova Russas no ano de 2013, não aparece no ano de 2009. Como pode o poder público nomear para cargo efetivo, ou seja, através de concurso público, servidor que não aparece nos registros contábeis onde realmente deveriam existir, ou seja, nos registros contábeis do ano de 2009, só aparecendo no ano de 2013, se seu ato de nomeação, mais uma vez, repito, é do dia 01/07/2009. Caros leitores, se a servidora foi nomeada pela Presidência daquela casa do povo em julho de 2009, por que não aparece transparentemente no ano referido, de acordo com registros no TCM? Fica a resposta do Poder Legislativo de Nova Russas para com a sociedade, representada pelos Vereadores, Ministério Público, caso este seja ativado e o Sindicato dos Servidores Públicos de Nova Russas.

FONTE DA PESQUISA: Portal TCM/Ce – CÂMARA DE VEREADORES – LETRA A

Mário Henrique
Contador

quarta-feira, março 27, 2013

Jesus Cristo. O Verdadeiro Sentido da Páscoa


A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes do nosso calendário. Atualmente, tornou-se uma data tão comercial, que poucos lembram ou conhecem seu verdadeiro significado. Para além dos chocolates e presentes, o blog Luis Augusto reforça a origem do termo, que remonta a aproximadamente 1.445 anos antes de Cristo.

Para contextualizarmos, neste período, de acordo com a Bíblia, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó viviam como escravos há mais de quatrocentos anos no Egito. A fim de libertá-los, Deus designou Moisés como líder do povo hebreu (Êxodo 3-4).

Em obediência ao Senhor, Moisés dirigiu-se a Faraó a fim de transmitir-lhe a ordem divina: “Deixa ir o meu povo”. Para conscientizar o rei da seriedade da mensagem, Moisés, mediante o poder de Deus, invocou pragas como julgamentos contra o Egito.

No decorrer de várias dessas pragas, Faraó concordava deixar o povo ir, mas, a seguir, voltava atrás, uma vez a praga sustada. Soou a hora da décima e derradeira praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma outra alternativa senão a de lançar fora os israelitas: Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais” (Êx.12.12).

A primeira Páscoa

Como os israelitas também habitavam no Egito, o Senhor emitiu uma ordem específica a seu povo. A obediência a essa ordem traria a proteção divina a cada família dos hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família tomaria um cordeiro macho, de um ano de idade, sem defeito e o sacrificaria. Famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (Êx. 12.4).

Os israelitas deviam aspergir parte do sangue do cordeiro sacrificado nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o destruidor passasse por aquela terra, ele não mataria os primogênitos das casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas. Daí o termo Páscoa, do hebreu pesah, que significa “pular além da marca”, “passar por cima”, ou “poupar”.

Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos egípcios.
Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando-o para o advento do “Cordeiro de Deus,” Jesus Cristo, que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo (Jo. 1.29).

De acordo com a Bíblia, no livro de Êxodo, capítulo 12, versículo 31, naquela mesma noite Faraó, permitiu que o povo de Deus partisse, encerrando assim, séculos de escravidão e inaugurando uma viagem que duraria quarenta anos, até Canaã, a terra prometida.

A partir daquele momento da história, os judeus celebrariam a Páscoa toda primavera, obedecendo as instruções divinas de que aquela celebração seria “estatuto perpétuo” (Êx. 12.14). Era, porém, um sacrifício comemorativo, exceto o sacrifício inicial no Egito, que foi um sacrifício eficaz.

Libertação

Assim sendo, lembremos, não somente nesta data, mas em todos os dias, o verdadeiro significado da Páscoa. Assim como o Todo Poderoso libertou os hebreus da escravidão no Egito, Deus quer nos libertar da escravidão do pecado e por isso, enviou seu Filho, Jesus Cristo, para que “todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Jo. 3.16) Vida esta conquistada com sangue “porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós.” (I Co 5.7)


Celebremos então a liberdade conquistada por Jesus Cristo na cruz para todos nós!

G 17. PAI PAGA R$ 100 MIL REAIS PARA SEQUESTRADORES NÃO LHE DEVOLVEREM O FILHO DE VOLTA




Pela primeira vez na história dos sequestros, no Brasil, o pai de um adolescente sequestrado resolveu pagar o valor, pedido pelos bandidos, para não ter o filho de volta.
O empresário Márcio Moreira Pereira da Rocha Lins efetuou o pagamento de R$ 100 mil reais aos sequestradores, na condição de que o filho sequestrado não fosse libertado, tão pouco devolvido a família.

Investigado pela Polícia Civil, por causa da estranha decisão, o empresário se defendeu: "Dei educação, dinheiro, carro zero, e o que ele fez?

Abandonou a faculdade, adotou um visual estranho, passeia por aí ouvindo funk no carro, em volume alto, e ainda se vangloria, afirmando que é muito bom ser vida louca. Cem mil é pouco para evitar o desprazer de voltar a vê-lo", disse o empresário.

Dois criminosos acusados de participarem do sequestro foram presos. Para a infelicidade do pai, o adolescente foi libertado do cativeiro no final da tarde de ontem, em ação conjunta das policias Civil e Militar.

O delegado disse que o pai poderá responder por ter efetuado o pagamento de 100 mil reais, aos sequestradores, para não ter o filho de volta.

CID GOMES PROCESSA JORNALISTA QUE O CHAMOU DE CANALHA



“O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), move processo judicial contra o jornalista Ricardo Boechat, da emissora de rádio Bandnews. Em comentário no último mês de janeiro, Boechat chamou Cid de canalha devido à contratação da cantora baiana Ivete Sangalo para a inauguração do Hospital Regional Norte, em Sobral. Na manhã desta quarta-feira, 27, Boechat informou, na Bandnews, que foi notificado da ação por oficial de justiça.

No comentário que provocou a ação, o jornalista questiona a postura da cantora baiana por ter aceito fazer o show e, embora ressalte que ela faz jus ao cachê, a artista deveria observar a natureza do contrato. E aí passa a se deter sobre a postura de Cid. “Será que a saúde pública do Ceará pode dispor desse dinheiro prum espetáculo? Será que eu (Ivete, ao aceitar fazer o show) não tô entrando, sem perceber, na lógica canalha desses políticos, que acham que dinheiro público é pra isso? Como canalha é esse governador do Ceará. Porque isso é uma canalhice”.

O jornalista ainda lembra o polêmico episódio da viagem de Cid, durante o Carnaval de 2008. “A mesma canalhice que ele fez quando pegou um jatinho particular, com dinheiro do contribuinte cearense, para passear na Europa com a sogra e a mulher. Um cara que é capaz de fazer esse tipo de coisa e não cometer harakiri depois que é descoberto e ainda bate no peito e tira onda: ‘Vou fazer doa a quem doer’. Em você é que não dói. Não é dinheiro seu, é dinheiro do contribuinte”.

Por fim, Boechat ainda explica o uso do adjetivo. “Quem faz canalhice é canalha. Cid Gomes nesse caso e no outro do avião, também, agiu como canalha. Não tem outro nome”. Na época da polêmica, questionado pelo site Comunique-se, que faz análise de conteúdos jornalísticos, Boechat disse que profissionais de imprensa são muito cerimoniosos ao criticar políticos. “O Ceará é um estado miserável e analfabeto. Como um cara pega um jatinho e vai para a Europa com o dinheiro desse contribuinte? É um canalha, um canalha reincidente”.

(O POVO Online)

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