segunda-feira, outubro 15, 2018

Campeões de voto mostram a inutilidade do bilionário ‘fundão’ eleitoral

       Grandes vitoriosos não usaram tempo de TV nem financiamento público

Além de desmoralizarem as pesquisas de intenção de votos, grandes derrotadas do dia 7, as campanhas vitoriosas no primeiro turno, como a de Jair Bolsonaro (PSL) ou de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais e ainda de Wilson Witzel (PSC), no Rio de Janeiro, têm em comum o reduzidíssimo tempo de propaganda no horário gratuito no rádio e na TV. Eles tampouco usaram dinheiro do indecoroso Fundo Eleitoral. 
 
Os campeões de votos não se valeram de produções milionárias para rádio e na TV. Preferiram produções até primárias, nas redes sociais.

Eleito senador com 9,3 milhões de votos, Major Olímpio (PSL-SP) vai propor a extinção Fundo Eleitoral, que chama de “fundo da vergonha”.

Para obter mais de 2 milhões de votos, a deputada Janaína Paschoal (PSL) gastou menos de R$60 mil e se valeu das redes sociais.

 

CONTRIBUINTE BANCOU R$ 2 BILHÕES COM GASTOS DE CAMPANHA NO PRIMEIRO TURNO

Os candidatos que participaram da eleição do último domingo (7) arrecadaram R$ 2,82 bilhões, dos quais R$ 2,06 bilhões (73%) saíram dos cofres públicos por meio dos fundos eleitoral e partidário. Segundo levantamento divulgado pela Folha de S.Paulo, os recursos privados ficaram em R$ 764 milhões. Os valores ainda vão subir pois há disputa em segundo turno pela Presidência da República e pelo governo de 13 estados e do Distrito Federal.

Há ainda cerca de R$ 1 bilhão que TVs e rádios deixarão de pagar de imposto pela veiculação da propaganda eleitoral dos candidatos. De acordo com a pesquisa, as doações de pessoas físicas somaram até o momento R$ 407 milhões. 

Os políticos gastaram R$ 357 milhões do próprio bolso, com autofinanciamento. Os fundos eleitoral e partidário reservam R$ 2,7 bilhões para os candidatos. Desse total, mais de R$ 600 milhões ainda poderão ser gastos neste segundo turno.

De acordo com os registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os dois candidatos a presidente que disputam o segundo turno receberam, até o momento, R$ 51,4 milhões.

Desse total, R$ 49,5 milhões foram repassados à campanha do PT, de Fernando Haddad. O restante, R$ 1,9 milhão, foi declarado por Jair Bolsonaro (PSL).


Com o congresso em foco

Em pesquisa do instituto Paraná, paulistas dão 70% dos votos válidos a Bolsonaro

 O quadro político-eleitoral nos estados do Sul-Sudeste é permanece extremamente favorável a Jair Bolsonaro (PSL). Veja o caso de São Paulo. O Paraná Pesquisas coletou as intenções de votos entre os paulistas. O resultado é avassalador. Nos votos válidos: Bolsonaro 69,9% contra 30,1% de Fernando Haddad (PT).

Considerando os votos totais, Bolsonaro aparece com 59,1% das intenções de voto em São Paulo. Haddad tem 25,5%. Os votos nulos e em branco somam 10,2% das intenções. E 5,2% dos entrevistas responderam que não sabem em quem votar.



Via focus.jor

BOLSONARO 59% X 41% HADDAD

A pesquisa do BTG, realizada no fim de semana, mostra Jair Bolsonaro com 59% dos votos válidos e Fernando Haddad com 41%. 


sexta-feira, outubro 12, 2018

André diz que PT foi “irresponsável e safado” ao afirmar que PDT pediu cargos para apoiar Haddad


 "O PDT não exigiu nem sequer a vaga de porteiro da garagem do Palácio do Planalto para declarar apoio crítico", disse o pededista

O presidente estadual do PDT, André Figueiredo, aumentou ainda mais a sua zanga (pra não dizer repugnância) para com o PT. Trata-se de uma reação ao que, segundo o Estadão, “petistas graúdos” relataram à jornalista Andreza Matais que o PDT teria pedido a Casa Civil, o Planejamento, o BNB, a presidência do Senado para Cid Gomes e mais um ministério para Carlos Lupi em troca do apoio à candidatura de Fernando Haddad.

Leiam a seguir o que André, que foi ministro das Comunicações de Dilma Rousseff (PT), disse ao Focus.jor  a respeito: É o PT sendo PT, né? Nunca aconteceu. A gente não ia pedir nem sequer a vaga de porteiro do Palácio do Planalto. Estamos assumindo a responsabilidade de não pregar a neutralidade por conta de que a eleição de Bolsonaro será uma tragédia. O PT cada vez mais mostra realmente a sua verdadeira face. Espalhar essa notícia absolutamente… é… eu não sei nem o termo que utilize. Irresponsável, safado. Isso mostra bem a índole de alguns que fazem o PT. Se entregassem todo o Ministério o PDT não aceitaria. O PDT tem outro projeto, que não é do PT. Todas essas colocações apenas mostram o que realmente esse partido fez com o Brasil e que leva o País aos braços de Bolsonaro. Lamento muito ver essas notícias colocadas na imprensa. O PDT não exigiu a vaga de porteiro da garagem do Palácio do Planalto para declarar apoio crítico. Se viesse todo o ministério o PDT não aceitaria porque o nosso projeto é bem diferente do projeto do PT.

Fonte: focus.jor

quinta-feira, outubro 11, 2018

A Rebeldia do brasileiro



Com o título “A Rebeldia do brasileiro”, eis artigo de Pedro Henrique Antero, cientista político e professor universitário. “Muitos falam na TV que o País passa por uma onda de conservadorismo. Eu diria, ao contrário, que o Brasil preferiu, desta feita, a renovação”, diz o texto. Confira:.

Chegou, finalmente, o momento da rebeldia. Os brasileiros reagiram aos 14 anos do embuste petista, em que poucos empresários se tornaram superlativamente poderosos, políticos e governantes amanheceram milionários, as empresas estatais foram quebradas e os trabalhadores desempregados. PT, MDB, PSDB e outros foram longe demais na corrupção, além de terem destruído moralmente a Nação inteira.

Felizmente, a reação ocorreu pelas urnas e não pelas armas. Muitos políticos, sabidamente corruptos, não voltarão às casas legislativas. A bancada cearense na Câmara dos Deputados tem 60% de renovação. Dos 22 deputados federais, apenas nove foram reeleitos. Na democracia, a limpeza é sempre gradativa, pois, numa sociedade em que o voto é a regra, as decisões nunca são homogêneas.

Muitos falam na TV que o País passa por uma onda de conservadorismo. Eu diria, ao contrário, que o Brasil preferiu, desta feita, a renovação. O conservadorismo era exatamente o que estava posto. O PT incentivou os corporativismos e o peleguismo sindical, deu um caráter técnico à corrupção e aliou-se na América Latina ao que há de mais retrógrado em matéria de política. O governo comunista cubano e o desgoverno venezuelano passaram a ser para o PT o ideal político de um povo e o exemplo de governabilidade e de liberdade políticas.

A vitória de Bolsonaro no primeiro turno é apenas um primeiro passo para a reconstrução do País. Falta a consagração de sua vitória no segundo turno e, ainda, o anúncio das primeiras medidas que seriam adotadas no início de sua possível gestão. Os eleitores não baixarão a guarda e vão exigir o cumprimento do que foi prometido em matéria de segurança, de combate à corrupção, de redefinição da economia brasileira e de reformas de base que concorram para maior igualdade dos brasileiros, para correção de injustiças e eliminação da miséria.

Esses pontos que compõem o cardápio do bem estar da população não poderão ser esquecidos pelo futuro governante, nem muito menos postergados em sua agenda política. Bolsonaro tem a chance de repetir, agora, o que irá fazer pela população, enquanto o adversário deveria simplesmente pedir perdão pelo que seu padrinho e seus apoiadores fizeram contra o povo e contra o País.



*Pedro Henrique Chaves Antero

phantero@gmail.com

Professor de Ciências Políticas.



EM PLENA CAMPANHA DE SEGUNDO TURNO,CIRO EMBARCA PARA A EUROPA

Ciro Gomes anunciou, nessa quarta-feira, um “apoio crítico” ao PT do candidato a presidente da República, Fernando Haddad.Nesta quinta-feira(11), no entanto, ele tomou a rota da Europa,o que preocupou a chapa petista. Apoiadores de Haddad esperavam o candidato presente na campanha de segundo turno.

A assessoria de Ciro declarou que o candidato vai: “tirar uns dias para descansar e cuidar da
saúde”.

O fato foi interpretado, por parte da chapa pró-Haddad, como um recado de que Ciro não quer associar sua imagem ao partido.

Com valor econômico

Pesquisa XP Investimentos: Bolsonaro tem 59% e Haddad, 41%


 Saiu a primeira pesquisa, neste segundo turno da campanha, da XP Investimento.

A pesquisa divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) mostra que o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, tem 59% das intenções de voto válido, contra 41% de Fernando Haddad, postulante pelo PT.

Na relação de votos totais, Bolsonaro aparece com 51% contra 36% de Haddad.

A pesquisa foi registrada com o número BR-02361/2018, ouviu 2000 eleitores em todo o Brasil. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.

quarta-feira, outubro 10, 2018

Capitão Wagner quer disputar a Prefeitura de Fortaleza com Cid Gomes

 O Capitão Wagner, que preside o Pros e agora saiu das urnas 2018 como o deputado federal mais votado do Ceará (303.593), diz estar pronto para disputar novamente a Prefeitura de Fortaleza.

Ele reafirmou desejo e foi mais além: quer o senador eleito Cid Gomes (PDT) nesse ringue.

Bom lembrar que na Era Cid Gomes, o Capitão foi uma verdadeira pedra no sapato do pedetista. Comandou greve na Polícia Militar, bateu duro na segurança e, até hoje, não poupa farpas na Família Ferreira Gomes.

Chegou a disputar a prefeitura em 2016 contra Roberto Cláudio (PDT), levou a peleja para o segundo turno, mas acabou perdendo. De lá para cá, não esconde ter esse sonho.

terça-feira, outubro 09, 2018

A Câmara e o Senado em 2019 após as eleições



A partir de 1º de janeiro do ano que vem, o Congresso Nacional sofrerá grandes transformações após o resultado das urnas na noite deste domingo (7).
Em uma reviravolta na manutenção dos tradicionais partidos políticos no poder, o Senado e a Câmara dos Deputados receberão novas siglas para comandar as cortes.

Senado

No Senado, que é composto por 81 parlamentares, o cenário é inédito. Nunca antes na história da redemocratização brasileira a Casa terá tantos partidos.

Serão 21 legendas diferentes — 5 a mais do que as eleitas na eleições anteriores, de 2014. Ingressam na corte, para permanecer pelos próximos oito anos, PSL, Pros, Solidariedade, PRP e PHS.

O PSL, partido de Jair Bolsonaro, teve o melhor desempenho dentre os novatos. Puxada pelo bom desempenho do presidenciável na corrida nacional, ela fará sua estreia no Senado com quatro representantes: Major Olímpio (SP), Flávio Bolsonaro (SP), Selma Arruda (MT) e Soraya Throvicke (MS).

A maior bancada do Senado segue nas mãos do MDB, partido do atual presidente Michel Temer, mas com perda de influência: a legenda perdeu 40% de representação, vendo seu número de senadores cair de 18 para 11.

Perderam seus assentos vários caciques políticos emedebistas, como Romero Jucá (do áudio de “estancar a sangria” da Lava Jata), Eunício Oliveira (atual presidente da Casa) e Edison Lobão.

O PSDB e o PT, que monopolizaram a disputa presidencial desde a redemocratização, também tiveram um revés histórico. O partido dos tucanos perdeu quatro cadeiras e foi de 12 para 8 senadores.

Já o PT perdeu metade dos seus senadores, indo de 12 para 6. A ex-presidente Dilma Rousseff (MG) e Eduardo Suplicy (SP) ficaram de fora mesmo como líderes nas pesquisas, e Lindbergh Farias (RJ) vai sair da Casa após apenas um mandato.
Conseguiram aumentar suas bancadas partidos como o DEM, que foi de 3 para 7 senadores, e a Rede, que foi de 1 para 5.

Câmara dos Deputados

Apesar de ter perdido espaço no Senado, o PT seguirá como maior bancada da Câmara dos Deputados.

O partido do candidato Fernando Haddad, que concorre no segundo turno, elegeu 56 deputados, perda de 5 em relação à legislatura anterior. Gleisi Hoffmann, presidente do PT atualmente no Senado, será uma das vozes do partido na casa.

A segunda maior legenda será a do PSL de Bolsonaro, que foi levada na onda nacional e multiplicou de 8 para 52 o seu número de deputados.

Um de seus representantes, Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável, se tornou o deputado federal mais votado da história do país com 1.814.443 votos.

Os maiores perdedores foram os tradicionais MDB (que reduziu sua bancada pela metade, de 66 para 33) e PSDB (que caiu de 54 para 29).

Lava Jato interfere

As mudanças drásticas no cenário, tanto do Senado quanto da Câmara, podem ser interpretadas pela interferência da Operação Lava Jato.

Neste ano, mais da metade dos alvos da operação não conseguiu se reeleger. Dos 77 nomes que ainda respondem a alguma investigação e se candidatam, 40 foram derrotados nas urnas.

Um dos casos é do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB). Em meio a sua campanha para o Senado, ele foi preso acusado de corrupção. Favorito a uma das vagas pelo estado, Richa acabou ficando na sexta posição.

Veja abaixo como ficará a distribuição dos partidos nas duas instâncias do Legislativo (as barras em cor rosa mostram a composição atual; em preto, como ficará a nova distribuição)


( Roberto Moreira )

O antilulismo aumenta

A melhor ferramenta para acompanhar em tempo real o sentimento dos eleitores no primeiro turno foi o índice de antilulismo medido pelo Atlas Político.

De domingo para cá, ele só aumentou.


Saiba como eram e como ficaram as bancadas na Câmara dos Deputados, partido a partido



A Câmara dos Deputados será composta por 513 deputados federais de 30 partidos diferentes. PT e PSL elegeram o maior número de representantes. A bancada do PT terá 56 deputados e a do PSL, 52. São os dois partidos com mais deputados federais eleitos. Em seguida com mais cadeiras na Casa aparecem PP (37), MDB (34) e PSD (34).

Maiores bancadas serão do PT (56 deputados) e PSL (52)
30 partidos terão representantes, um recorde

PMDB foi o que mais perdeu cadeiras: caiu de 66 eleitos em 2014 para 34 eleitos em 2018
PSL foi o mais ganhou cadeiras: foram 52 deputados eleitos agora, contra 1 em 2014
Menos da metade dos deputados conseguiu se reeleger, ou seja 240 dos 513

Mais uma vez o eleitor não soube votar, mesmo querendo mudanças. Mudou, mas a qualidade dos que mandaram é de chorar.

segunda-feira, outubro 08, 2018

Sete deputados estaduais e dez federais não se reelegeram. Saiba quais são

 Dez deputados federais pelo Ceará candidatos à reeleição não conseguiram renovar mandato para a legislatura 2019-2022. Entre os 19 parlamentares que tentaram reeleição, apenas nove foram vitoriosos no Estado.

Perderam a reeleição Cabo Sabino (Avante), Dr. Aníbal (DEM), Chico Lopes (PCdoB), Balman (PDT), Adail Carneiro (Podemos), Gorete Pereira (PR), Ronaldo Martins (PRB), Odorico Monteiro (PSB), Danilo Forte (PSDB) e Raimundo Matos (PSDB).

Conseguiram renovar mandato Moses Rodrigues (MDB), André Figueiredo (PDT), Leonidas Cristino (PDT), Vaidon Oliveira (Pros), Domingos Neto (PSD), José Airton (PT), Guimarães (PT), Luizianne (PT) e Genecias Noronha (SD). Luizianne Lins (PT) foi a deputada reeleita com a maior votação, com mais de 170,5 mil votos, seguida de perto por José Guimarães (PT), com mais de 155 mil votos.

Na Assembleia, disputaram e perderam reeleição apenas sete deputados: Bethrose (PP), Dedé Teixeia (PT), Ely Aguiar (DC), Ferreira Aragão (PDT), Lucílvio Girão (PP), Duquinha (PDT), Mário Hélio (Patriota). No legislativo estadual, 29 deputados conseguiram se reeleger, cerca de 63% das vagas).


Fonte: O POVO

Estadual mais votado é youtuber, 21 anos, bolsonarista radical e gastou 8 mil na campanha

Veja o vídeo: na Assembleia, André Fernandes promete ser um calo do governador Camilo Santana (PT)

Por Fábio Campos

André Fernandes (PSL), o deputado estadual mais votado do Ceará com quase 110 mil votos, é um youtuber com 484 mil seguidores. É a primeira vez que o Ceará elege um deputado cuja militância política é baseada estritamente em uma rede social. Seus vídeos têm uma posição muito clara engajada na militância pró-Bolsonaro, com conteúdo e linguajem peculiares. Há inclusive um vídeo de Fernandes ao lado do candidato a presidente mais votado  no 1º turno.

Na Assembleia Legislativa, Fernandes promete ser um calo do governador Camilo Santana (PT). No vídeo abaixo, com o inequívoco sotaque de quem nasceu em Iguatu, o leitor entenderá claramente o motivo. Detalhe: por ter sido o mais votado, Fernandes terá o direito de conduzir a sessão da Assembleia que elegerá o novo presidente da Casa.

Com 21 anos incompletos, André Fernandes cursa faculdade. Seu patrimônio declarado é de R$ 32 mil, valor que, segundo declaração prestada na Justiça Eleitoral, é o que vale o seu carro. Na campanha, o candidato declarou ter gastado R$ 8 mil reais. O valor foi oriundo de doação de oito pessoas físicas. A maior doação foi de R$ 1.800,00 e a menor de R$ 300,00.

Para os mais curiosos, eis aqui o resumo das propostas do futuro novo componente da Assembleia Legislativa do Ceará. 


 



Eunício divulga nota agradecendo votação e reconhecendo ter sido alvo dos anseios de mudança


O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira(PMDB), derrotado no seu projeto de reeleição pelo empresário Eduardo Girão, do Pros, divulgou, nesta manhã de segunda-feira, nota. Ele agradece a votação e diz que vai se recolher agora à vida pessoal.

Confira:

O voto é a forma como o povo se manifesta nas Democracias. Foi a partir das urnas que os brasileiros, e os cearenses em particular, demonstraram os anseios de mudança.

Recebo com reverência e respeito essa determinação imposta a todos nós pelas regras democráticas, pelas quais tanto lutei. Agradeço, com muita honra e humildade, aos 1.313.793 cearenses que seguiram confiando em mim.
Recolho-me agora à vida pessoal.

Desejo boa sorte e energia para os que foram eleitos.


*Eunício Oliveira.

Destaque

Campeões de voto mostram a inutilidade do bilionário ‘fundão’ eleitoral

       Grandes vitoriosos não usaram tempo de TV nem financiamento públic o Além de desmoralizarem as pesquisas de intenção de votos, g...